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	<title>Comentários sobre: Socializando o novo usuário</title>
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	<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/</link>
	<description>um professor de Biologia e consultor de tecnologia no mundo do Software Livre</description>
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		<title>Por: João Leme</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1157</link>
		<dc:creator>João Leme</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 06:58:08 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, primeiramente gostaria de deixar meus parabéns pelo texto e pela iniciativa de dar um puxão de orelha nesse tipo de usuário que tem a excelente oportunidade de utilizar SL e pensa que pode agir como bem entender.

Isso além de uma falta de respeito com os integrantes da comunidade é também uma demonstração clara da falta total de conhecimento que impera em alguns novatos os quais apenas utilizam linux para fugir do Windows.

O linux jamais existiria sem união, respeito e principalmente força de vontade.
Em minha humilde opinião essas atitudes as quais você citou são provenientes de usuários acostumados ao Windows e à facilidade de obter tudo da forma mais simples (pirataria).

Posso estar sendo injusto, mas acredito nessa hipótese.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, primeiramente gostaria de deixar meus parabéns pelo texto e pela iniciativa de dar um puxão de orelha nesse tipo de usuário que tem a excelente oportunidade de utilizar SL e pensa que pode agir como bem entender.</p>
<p>Isso além de uma falta de respeito com os integrantes da comunidade é também uma demonstração clara da falta total de conhecimento que impera em alguns novatos os quais apenas utilizam linux para fugir do Windows.</p>
<p>O linux jamais existiria sem união, respeito e principalmente força de vontade.<br />
Em minha humilde opinião essas atitudes as quais você citou são provenientes de usuários acostumados ao Windows e à facilidade de obter tudo da forma mais simples (pirataria).</p>
<p>Posso estar sendo injusto, mas acredito nessa hipótese.</p>
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		<title>Por: Asilo São José</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1158</link>
		<dc:creator>Asilo São José</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jun 2007 22:50:23 +0000</pubDate>
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		<description>Solicito informações sobre software para gestão dos serviços de assistencia aos idosos (asilo). Estamos querendo implantar um sistema para melhorar os controles bem como tornar eficientes e informações transparente.
grato Armando Pereira de Lima - Presidente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Solicito informações sobre software para gestão dos serviços de assistencia aos idosos (asilo). Estamos querendo implantar um sistema para melhorar os controles bem como tornar eficientes e informações transparente.<br />
grato Armando Pereira de Lima &#8211; Presidente</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pulim Batata</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1155</link>
		<dc:creator>Pulim Batata</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 14:04:45 +0000</pubDate>
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		<description>Yo! Kurt..

Mais uma vez um excelente artigo, discordando um pouco do GDA, acredito sim quando diz que ao optar por um SL o usuário torna-se parte de uma comunidade. Usando um SP, esse aponta um problema, o usuário vai discutir com um amigo. &quot;Nossa cara.. meu software ta com esse pau&quot;, e o amigo diz que o dele também, &quot;é assim mesmo, é bug do programa!&quot;. Agora imagine se for um SL? Ele pode comentar com um amigo que também use o SL e o amigo falar, &quot;Nossa cara.. o meu tinha dado esse pau também mas  corrigi com uma dica da galera da comunidade que usa, olha lá pra você corrigir também&quot;.

Acho que essa filosofia de colaboração impele quem usa SL a também querer participar do processo, e não ser apenas levado por essa onda. Realmente essa herança conformista que o SP nos deixa precisa ser perdida. Agora como em qualquer comunidade, seja ela voltada para qualquer fim, sempre existirão os que não absorvem realmente as idéias da comu e proliferam interpretações erradas. Isso sempre vai existir.

Otimo post como sempre Kurt. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Yo! Kurt..</p>
<p>Mais uma vez um excelente artigo, discordando um pouco do GDA, acredito sim quando diz que ao optar por um SL o usuário torna-se parte de uma comunidade. Usando um SP, esse aponta um problema, o usuário vai discutir com um amigo. &#8220;Nossa cara.. meu software ta com esse pau&#8221;, e o amigo diz que o dele também, &#8220;é assim mesmo, é bug do programa!&#8221;. Agora imagine se for um SL? Ele pode comentar com um amigo que também use o SL e o amigo falar, &#8220;Nossa cara.. o meu tinha dado esse pau também mas  corrigi com uma dica da galera da comunidade que usa, olha lá pra você corrigir também&#8221;.</p>
<p>Acho que essa filosofia de colaboração impele quem usa SL a também querer participar do processo, e não ser apenas levado por essa onda. Realmente essa herança conformista que o SP nos deixa precisa ser perdida. Agora como em qualquer comunidade, seja ela voltada para qualquer fim, sempre existirão os que não absorvem realmente as idéias da comu e proliferam interpretações erradas. Isso sempre vai existir.</p>
<p>Otimo post como sempre Kurt. Parabéns.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1154</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2006 18:29:44 +0000</pubDate>
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		<description>:D
Legal =D

tuddo é uma questão de cultura =x</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p> <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
Legal =D</p>
<p>tuddo é uma questão de cultura =x</p>
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	<item>
		<title>Por: Princípios e valores no Software Livre &#171; Stenio Ferraz</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1153</link>
		<dc:creator>Princípios e valores no Software Livre &#171; Stenio Ferraz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 02:14:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/?p=47#comment-1153</guid>
		<description>[...] Esse vai ser o meu primeiro comentário, nesse blog, sobre um assunto ligado à computação. Pretendo escrever mais sobre isso. Desde que comecei a me envolver com a comunidade do Software Livre, fiquei encantado com os relacionamentos dentro da comunidade, a metodologia de trabalho e os princípios que norteiam todas as iniciativas. Sempre me impressionou o fato de sempre ver valores como reciprocidade, cortesia, responsabilidade, solidariedade, honestidade, colaboração e tantos outros, dentro das comunidades ligadas ao desenvolvimento do Software Livre. E o que mais me intrigava era entender como esses princípios foram se tornando como padrões de comportamento, sem que houvesse nenhuma obrigação disso e sem que houvesse qualquer tipo de documento formal explicando todas as regras de conduta e obrigando os usuários a seguí-la. A comunidade é livre. Qualquer pessoa pode participar. E a maioria das pessoas que chegavam, iam se acostumando e entendo esses princípios. Mas, sempre tive uma preocupação. Com a popularização do Software Livre e com um número cada vez maior de pessoas utilizando e desenvolvendo, será que conseguiremos manter os mesmos princípios que conquistamos dentro da comunidade? Isso é um assunto muito sério. Hoje, eu li dois textos muito interessantes falando sobre isso. O primeiro foi &#8220;As motivações do trabalho comunitário&#8221;, escrito por Yves Junqueira. O outro é &#8220;Socializando o novo usuário&#8221;, de  KurtKraut. Leiam e reflitam um pouco. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Esse vai ser o meu primeiro comentário, nesse blog, sobre um assunto ligado à computação. Pretendo escrever mais sobre isso. Desde que comecei a me envolver com a comunidade do Software Livre, fiquei encantado com os relacionamentos dentro da comunidade, a metodologia de trabalho e os princípios que norteiam todas as iniciativas. Sempre me impressionou o fato de sempre ver valores como reciprocidade, cortesia, responsabilidade, solidariedade, honestidade, colaboração e tantos outros, dentro das comunidades ligadas ao desenvolvimento do Software Livre. E o que mais me intrigava era entender como esses princípios foram se tornando como padrões de comportamento, sem que houvesse nenhuma obrigação disso e sem que houvesse qualquer tipo de documento formal explicando todas as regras de conduta e obrigando os usuários a seguí-la. A comunidade é livre. Qualquer pessoa pode participar. E a maioria das pessoas que chegavam, iam se acostumando e entendo esses princípios. Mas, sempre tive uma preocupação. Com a popularização do Software Livre e com um número cada vez maior de pessoas utilizando e desenvolvendo, será que conseguiremos manter os mesmos princípios que conquistamos dentro da comunidade? Isso é um assunto muito sério. Hoje, eu li dois textos muito interessantes falando sobre isso. O primeiro foi &#8220;As motivações do trabalho comunitário&#8221;, escrito por Yves Junqueira. O outro é &#8220;Socializando o novo usuário&#8221;, de  KurtKraut. Leiam e reflitam um pouco. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Princípios e valores &#171; Sudoeste Livre - Ba</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1152</link>
		<dc:creator>Princípios e valores &#171; Sudoeste Livre - Ba</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 22:41:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Desde que comecei a me envolver com a comunidade do Software Livre, fiquei encantado com os relacionamentos dentro da comunidade, a a metodologia de trabalho e os princípios que norteiam todas as iniciativas. Sempre me impressionou o fato de sempre ver valores como reciprocidade, cortesia, responsabilidade, solidariedade, honestidade, colaboração e tantos outros, dentro das comunidades ligadas ao desenvolvimento do Software Livre. E o que mais me intrigava é entender como esses princípios foram se tornando como padrões de comportamento, sem que houvesse nenhuma obrigação disso e sem que houvesse qualquer tipo de documento formal explicando todas as regras de conduta e obrigando os usuários a seguí-la. A comunidade é livre. Qualquer pessoa pode participar. E a maioria das pessoas que chegavam, iam se acostumando e entendo esses princípios. Mas, sempre tive uma preocupação. Com a popularização do Software Livre e com um número cada vez maior de pessoas utilizando e desenvolvendo, será que conseguiremos manter os mesmos princípios que conquistamos dentro da comunidade? Isso é um assunto muito sério. Hoje, eu li dois textos muito interessantes falando sobre isso. O primeiro foi &#8220;As motivações do trabalho comunitário&#8221;, escrito por Yves Junqueira. O outro é &#8220;Socializando o novo usuário&#8221;, de  KurtKraut. Leiam e reflitam um pouco. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Desde que comecei a me envolver com a comunidade do Software Livre, fiquei encantado com os relacionamentos dentro da comunidade, a a metodologia de trabalho e os princípios que norteiam todas as iniciativas. Sempre me impressionou o fato de sempre ver valores como reciprocidade, cortesia, responsabilidade, solidariedade, honestidade, colaboração e tantos outros, dentro das comunidades ligadas ao desenvolvimento do Software Livre. E o que mais me intrigava é entender como esses princípios foram se tornando como padrões de comportamento, sem que houvesse nenhuma obrigação disso e sem que houvesse qualquer tipo de documento formal explicando todas as regras de conduta e obrigando os usuários a seguí-la. A comunidade é livre. Qualquer pessoa pode participar. E a maioria das pessoas que chegavam, iam se acostumando e entendo esses princípios. Mas, sempre tive uma preocupação. Com a popularização do Software Livre e com um número cada vez maior de pessoas utilizando e desenvolvendo, será que conseguiremos manter os mesmos princípios que conquistamos dentro da comunidade? Isso é um assunto muito sério. Hoje, eu li dois textos muito interessantes falando sobre isso. O primeiro foi &#8220;As motivações do trabalho comunitário&#8221;, escrito por Yves Junqueira. O outro é &#8220;Socializando o novo usuário&#8221;, de  KurtKraut. Leiam e reflitam um pouco. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Krysamon</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1151</link>
		<dc:creator>Krysamon</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 18:59:11 +0000</pubDate>
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		<description>Salve Kurt,

Estou sumido mas quando posso acompanho o planeta. Passei aqui para dizer que na minha humilde opnião melhores post sobre SL  são os seus. E por um simples motivo eles não são técnicos. A sua preocupação quanto a pensar coletivamente é a mema que a minha. E sonho em um futuro que SL não será coisa somente de tecs e nerds. A participação ínfíma das mulheres comprova isso, mesmo com participaçoes isoladas.

Acredito que temos que ter ferramentas para produção de conhecimento mais &quot;user friendly&quot; pois ainda estão restritas para cabeções. A exemplo de wiki que tentei implementar na escola pública onde trabalho mas a maioria dos professores não conseguiram usar a ferramenta.

Penso que o SL deve dar mais um passo evolutivo, para que se desenvolvam ferramentas para pessoas comuns poderem usufruir da cultura coletiva, e é por isso que adminiro tanto o Ubuntu.

Fica aqui minha pequena reflexão.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve Kurt,</p>
<p>Estou sumido mas quando posso acompanho o planeta. Passei aqui para dizer que na minha humilde opnião melhores post sobre SL  são os seus. E por um simples motivo eles não são técnicos. A sua preocupação quanto a pensar coletivamente é a mema que a minha. E sonho em um futuro que SL não será coisa somente de tecs e nerds. A participação ínfíma das mulheres comprova isso, mesmo com participaçoes isoladas.</p>
<p>Acredito que temos que ter ferramentas para produção de conhecimento mais &#8220;user friendly&#8221; pois ainda estão restritas para cabeções. A exemplo de wiki que tentei implementar na escola pública onde trabalho mas a maioria dos professores não conseguiram usar a ferramenta.</p>
<p>Penso que o SL deve dar mais um passo evolutivo, para que se desenvolvam ferramentas para pessoas comuns poderem usufruir da cultura coletiva, e é por isso que adminiro tanto o Ubuntu.</p>
<p>Fica aqui minha pequena reflexão.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: cetico.org &#187; Blog Archive &#187; As motivações do trabalho comunitário</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1150</link>
		<dc:creator>cetico.org &#187; Blog Archive &#187; As motivações do trabalho comunitário</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 05:55:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/?p=47#comment-1150</guid>
		<description>[...] O que diferencia a comunidade baseada na reciprocidade antecipada comparada a uma sociedade normal convencional, hobbesiana, é que na anterior os membros trabalham pelo bem coletivo por vontade própria, ao perceberem que seu trabalho traz benefícios coletivos e, principalmente, para si mesmos. Nos outros casos, o &#8220;trabalho coletivo&#8221; vem da coerção - seja coletiva ou autoritária. O que deve marcar o passo dessas contribuições é a vontade e a disponibilidade do colaborador - e não a persuasão coletiva, a busca por status, ou ainda por &#8220;karma&#8221;. As pessoas devem contribuir apenas com o que quiserem, se assim preferirem. Isso não é libertinagem. É liberdade, da boa e velha. O combustível da nossa comunidade é implícito nos versos da free software song: &#8220;Join us now and share the software / You&#8217;ll be free hackers&#8221; (Junte-se a nós e compartilhe o software / Vocês serão hackers livres). Junte-se a nós e compartilhe. Esse é o mantra do auto-benefício-coletivizado. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O que diferencia a comunidade baseada na reciprocidade antecipada comparada a uma sociedade normal convencional, hobbesiana, é que na anterior os membros trabalham pelo bem coletivo por vontade própria, ao perceberem que seu trabalho traz benefícios coletivos e, principalmente, para si mesmos. Nos outros casos, o &#8220;trabalho coletivo&#8221; vem da coerção &#8211; seja coletiva ou autoritária. O que deve marcar o passo dessas contribuições é a vontade e a disponibilidade do colaborador &#8211; e não a persuasão coletiva, a busca por status, ou ainda por &#8220;karma&#8221;. As pessoas devem contribuir apenas com o que quiserem, se assim preferirem. Isso não é libertinagem. É liberdade, da boa e velha. O combustível da nossa comunidade é implícito nos versos da free software song: &#8220;Join us now and share the software / You&#8217;ll be free hackers&#8221; (Junte-se a nós e compartilhe o software / Vocês serão hackers livres). Junte-se a nós e compartilhe. Esse é o mantra do auto-benefício-coletivizado. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: KurtKraut</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1149</link>
		<dc:creator>KurtKraut</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 00:15:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/?p=47#comment-1149</guid>
		<description>Aloha GDA,

Obrigado por comentar :D Por mais que as estatísticas dizem o contrário, artigos poucos comentados me dão a sensação de que foram lidos.

Tambem vou te responder por partes

&lt;strong&gt;1-&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&#039;Poder pode mas não deve&#039;&lt;/em&gt;

Quando li seu comentário fiquei na dúvida se eu tinha usado o termo &#039;sempre&#039; para se referir a conduta do usuário de SL como membro de uma comunidade. Mas vi que não usei.

Queria frisar o que disse no texto: o hábito do usuário do SP se ficar isolado e não trocar informações, não conviver em comunidade, é um hábito que precisa ser &lt;strong&gt;perdido&lt;/strong&gt;. Não entendo isso como obrigação. Apenas que é um valor que precisa ser transmitido, a de que somos uma comunidade e que SL é um movimento social, não apenas uma licença de software.Portanto, pode ficar na posição de lonewolf ? Poder pode, mas não deve.

&lt;strong&gt;2-&lt;/strong&gt; Até no Software Proprietário não existem garantias que o software vá funcionar e o autor/empresa não é responsável por eventuais danos. Mas você não sacou o que quis dizer.

Como nossas atividades são colaborativas, várias pessoas selecionam tarefas a cumprir dentro de um grande projeto. Algumas atividades são essenciais para as demais. O que relato é que tem gente trazendo para si essas responsabilidades e não seguindo prazo, calendário e as metas já aceitas previamente. Isso acaba causando não só atrasos em projetos como sabota todo o trabalho de diversas pessoas que foram assíduas e compromissadas com a qualidade do trabalho que realizam. Porque entendem que devem &#039;&lt;em&gt;fazer quando quiser&lt;/em&gt;&#039;. E quando entregam o trabalho que se comprometeram a fazer, entragam-o fora do padrão, pois, &#039;&lt;em&gt;fazem da forma que quiser&lt;/em&gt;&#039;. Como disse no texto, é praticamente uma falha de caráter.
&lt;strong&gt;3-&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Voluntariado&lt;/em&gt;

O que critico é o fato de um trabalho ser voluntário ser considerado sinônimo de &#039;mal feito&#039;, sem compromisso com a qualidade, sem a necessidade de ser bom. Caridade sim é dar sobras, dar esmolas. Voluntariado é um engajamento sério. O Software Livre depende desses voluntários tão quanto os velinhos do asilo.

Enfim, por enquanto é isso. Obrigado pelos elogios e fico feliz de tê-lo como leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha GDA,</p>
<p>Obrigado por comentar <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Por mais que as estatísticas dizem o contrário, artigos poucos comentados me dão a sensação de que foram lidos.</p>
<p>Tambem vou te responder por partes</p>
<p><strong>1-</strong> <em>&#8216;Poder pode mas não deve&#8217;</em></p>
<p>Quando li seu comentário fiquei na dúvida se eu tinha usado o termo &#8217;sempre&#8217; para se referir a conduta do usuário de SL como membro de uma comunidade. Mas vi que não usei.</p>
<p>Queria frisar o que disse no texto: o hábito do usuário do SP se ficar isolado e não trocar informações, não conviver em comunidade, é um hábito que precisa ser <strong>perdido</strong>. Não entendo isso como obrigação. Apenas que é um valor que precisa ser transmitido, a de que somos uma comunidade e que SL é um movimento social, não apenas uma licença de software.Portanto, pode ficar na posição de lonewolf ? Poder pode, mas não deve.</p>
<p><strong>2-</strong> Até no Software Proprietário não existem garantias que o software vá funcionar e o autor/empresa não é responsável por eventuais danos. Mas você não sacou o que quis dizer.</p>
<p>Como nossas atividades são colaborativas, várias pessoas selecionam tarefas a cumprir dentro de um grande projeto. Algumas atividades são essenciais para as demais. O que relato é que tem gente trazendo para si essas responsabilidades e não seguindo prazo, calendário e as metas já aceitas previamente. Isso acaba causando não só atrasos em projetos como sabota todo o trabalho de diversas pessoas que foram assíduas e compromissadas com a qualidade do trabalho que realizam. Porque entendem que devem &#8216;<em>fazer quando quiser</em>&#8216;. E quando entregam o trabalho que se comprometeram a fazer, entragam-o fora do padrão, pois, &#8216;<em>fazem da forma que quiser</em>&#8216;. Como disse no texto, é praticamente uma falha de caráter.<br />
<strong>3-</strong> <em>Voluntariado</em></p>
<p>O que critico é o fato de um trabalho ser voluntário ser considerado sinônimo de &#8216;mal feito&#8217;, sem compromisso com a qualidade, sem a necessidade de ser bom. Caridade sim é dar sobras, dar esmolas. Voluntariado é um engajamento sério. O Software Livre depende desses voluntários tão quanto os velinhos do asilo.</p>
<p>Enfim, por enquanto é isso. Obrigado pelos elogios e fico feliz de tê-lo como leitor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GDA</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1148</link>
		<dc:creator>GDA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 17:56:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/?p=47#comment-1148</guid>
		<description>Salve!

Na essência do seu manifesto, eu compreendo e apoio. Há, porém, algumas afirmações altamente questionáveis no texto que podem, no mínimo, levar a conclusões equivocadas. Para não me alongar demais, vou apenas citar alguns pontos que merecem, ao meu ver, mais reflexão (por todos nós) e as minhas respectivas considerações:

1 - usuário de SL é *sempre* mais do que usuário, ele é membro de uma comunidade.

Seria ótimo, mas isso não é verdadeiro. *Nada* obriga qualquer usuário de SL a ser membro de uma comunidade ou a ser algo mais do que um mero usuário. Isso é uma opção altamente desejável, e só. Por outro lado, cada simples adoção de um SL em detrimento de um SP é, efetivamente, uma enorme contribuição para a causa do SL.

2 - Software de &quot;libertinagem&quot;.

Por motivos históricos, a situação é bem essa que o rapaz colocou, mesmo. Tanto é, que a própria GNU/GPL deixa bem claro que o autor/distribuidor não tem qualquer compromisso com a qualidade do software. Isso não significa &quot;libertinagem&quot;, e muito menos que a coisa não vai funcionar. Só significa que a decisão de compartilhar uma solução foi voluntária, mas limitada ao objeto compartilhado.


3 - Voluntários de hospitais... etc.

tenho visto muitas vezes esse tipo de analogia, mas elas são argumentos geralmente falaciosos. As comunidades são diferentes, os interesses e motivações também... Do mesmo modo as regras que cada uma estabelece para si mesma. O que eu vejo neste seu exemplo, é uma indicação clara da diferença entre as comunidades já amadurecidas (capazes de lidar com todos esses problemas) e aquelas que ainda estão buscando os seus próprios caminhos.

Pena que este seja apenas um espaço para comentários, pois este é um debate muito interessante e, ao mesmo tempo, uma conversa que vem sendo adiada há muito tempo.


Abraços e, mais uma vez, parabéns pelos seus artigos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve!</p>
<p>Na essência do seu manifesto, eu compreendo e apoio. Há, porém, algumas afirmações altamente questionáveis no texto que podem, no mínimo, levar a conclusões equivocadas. Para não me alongar demais, vou apenas citar alguns pontos que merecem, ao meu ver, mais reflexão (por todos nós) e as minhas respectivas considerações:</p>
<p>1 &#8211; usuário de SL é *sempre* mais do que usuário, ele é membro de uma comunidade.</p>
<p>Seria ótimo, mas isso não é verdadeiro. *Nada* obriga qualquer usuário de SL a ser membro de uma comunidade ou a ser algo mais do que um mero usuário. Isso é uma opção altamente desejável, e só. Por outro lado, cada simples adoção de um SL em detrimento de um SP é, efetivamente, uma enorme contribuição para a causa do SL.</p>
<p>2 &#8211; Software de &#8220;libertinagem&#8221;.</p>
<p>Por motivos históricos, a situação é bem essa que o rapaz colocou, mesmo. Tanto é, que a própria GNU/GPL deixa bem claro que o autor/distribuidor não tem qualquer compromisso com a qualidade do software. Isso não significa &#8220;libertinagem&#8221;, e muito menos que a coisa não vai funcionar. Só significa que a decisão de compartilhar uma solução foi voluntária, mas limitada ao objeto compartilhado.</p>
<p>3 &#8211; Voluntários de hospitais&#8230; etc.</p>
<p>tenho visto muitas vezes esse tipo de analogia, mas elas são argumentos geralmente falaciosos. As comunidades são diferentes, os interesses e motivações também&#8230; Do mesmo modo as regras que cada uma estabelece para si mesma. O que eu vejo neste seu exemplo, é uma indicação clara da diferença entre as comunidades já amadurecidas (capazes de lidar com todos esses problemas) e aquelas que ainda estão buscando os seus próprios caminhos.</p>
<p>Pena que este seja apenas um espaço para comentários, pois este é um debate muito interessante e, ao mesmo tempo, uma conversa que vem sendo adiada há muito tempo.</p>
<p>Abraços e, mais uma vez, parabéns pelos seus artigos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: thebluesgnr</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2006/teste/comment-page-1/#comment-1147</link>
		<dc:creator>thebluesgnr</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 12:21:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/?p=47#comment-1147</guid>
		<description>&lt;i&gt;‘o que quiser, se quiser, quando quiser e da forma que achar melhor‘.&lt;/i&gt;

Infelizmente não é só no software livre que se encontra brasileiros com este tipo de pensamento.

Belo post. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>‘o que quiser, se quiser, quando quiser e da forma que achar melhor‘.</i></p>
<p>Infelizmente não é só no software livre que se encontra brasileiros com este tipo de pensamento.</p>
<p>Belo post. <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
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