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	<title>Comments on: Empacotar é coisa do século passado - acordo de cooperação tecnológica</title>
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	<description>um professor de Biologia usando Software Livre</description>
	<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 20:32:54 +0000</pubDate>
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		<title>By: gmazk</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-5218</link>
		<dc:creator>gmazk</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 16:57:21 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo Kurt. Também vejo medidas em prol da interoperabilidade entre as distribuições como o nosso grande próximo passo evolutivo nos sistemas operacionais GNU/Linux. Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo Kurt. Também vejo medidas em prol da interoperabilidade entre as distribuições como o nosso grande próximo passo evolutivo nos sistemas operacionais GNU/Linux. Grande abraço!</p>
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		<title>By: Éverton Ribeiro</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-4351</link>
		<dc:creator>Éverton Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 14:14:31 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que muitos confundiram as coisas em relação ao seu artigo, de fato o que você diz é completamente coerente, não esta falando em padronizar estrutura de diretórios, nem da compilação do software mais sim das informações a cerca da forma como o programa pode ser compilar certo?

Agora eu acho difícil isso acontecer por iniciativa das distribuições e principalmente por iniciativa dos desenvolvedores dos Software, não existe um interesse tão claro por partes dos dois, de que esse processo mude, afinal esta funcionando como está, o Ubuntu compila o Gnome com facilidade hoje, a maior parte dos scripts de automação para esse processo estão prontos para essa tarefa, pra que refazer eles e adicionar um processo de checagem intermediaria, não é mesmo?

Mas ai vem a questão da comunidade, do povo, que quer um processo mais simples para isso, como no seu caso que queria compilar um software a partir dos fontes e não pegar pronto em um empacotamento padrão. Eu acho que seria mais vantajo para nós, usuários finais, um processo desse tipo, do que para as distros, afinal na sua maioria elas são copias dos processo das distros que as antecedem, fazendo um remake do que já existia e adicionando novas funcionalidades mas quase nunca mudando o processo de criação de pacotes (falando em termos de mudanças bruscas).

Alguns devem conhecer a distro nacional chamada GoboLinux, o Gobo lembra um pouco o processo de empacotamento do Gentoo, mas quando se estuda o processo acaba vendo que existe uma diferença razoável no processo de criação dos pacotes da duas. Mas a questão central no caso do Gobo e que eles criaram um sistema para empacotamento que tem por base um arquivo de configuração que especifica de que forma aquele software pode ser compilado, por exemplo existe uma diretiva básica neste aquivo a recipe_type, essa diretiva identifica se a compilação deve ser feita usando MakeFile, configure ou meta dentre outras opções.

Eu não sou a favor de muita coisa que tem no Gobo, mas uma possibilidade e usar suas informações sobre compilação de software para startar um processo e criar um serviço que possa prover as informações de uma forma padroniza, como você sugeriu, para que qualquer um possa compilar e/ou empacotar seu software em casa ao seu modo. Ou seja estamos saltando o passo de depender do Fornecedor e do Intermediador para que possamos ter informações padronizadas sobre compilação, estaríamos fazendo o que o Akita gosta de falar: fazendo parte da solução e não sendo mais parte do problema (afinal somo nos que queremos essa possibilidade).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que muitos confundiram as coisas em relação ao seu artigo, de fato o que você diz é completamente coerente, não esta falando em padronizar estrutura de diretórios, nem da compilação do software mais sim das informações a cerca da forma como o programa pode ser compilar certo?</p>
<p>Agora eu acho difícil isso acontecer por iniciativa das distribuições e principalmente por iniciativa dos desenvolvedores dos Software, não existe um interesse tão claro por partes dos dois, de que esse processo mude, afinal esta funcionando como está, o Ubuntu compila o Gnome com facilidade hoje, a maior parte dos scripts de automação para esse processo estão prontos para essa tarefa, pra que refazer eles e adicionar um processo de checagem intermediaria, não é mesmo?</p>
<p>Mas ai vem a questão da comunidade, do povo, que quer um processo mais simples para isso, como no seu caso que queria compilar um software a partir dos fontes e não pegar pronto em um empacotamento padrão. Eu acho que seria mais vantajo para nós, usuários finais, um processo desse tipo, do que para as distros, afinal na sua maioria elas são copias dos processo das distros que as antecedem, fazendo um remake do que já existia e adicionando novas funcionalidades mas quase nunca mudando o processo de criação de pacotes (falando em termos de mudanças bruscas).</p>
<p>Alguns devem conhecer a distro nacional chamada GoboLinux, o Gobo lembra um pouco o processo de empacotamento do Gentoo, mas quando se estuda o processo acaba vendo que existe uma diferença razoável no processo de criação dos pacotes da duas. Mas a questão central no caso do Gobo e que eles criaram um sistema para empacotamento que tem por base um arquivo de configuração que especifica de que forma aquele software pode ser compilado, por exemplo existe uma diretiva básica neste aquivo a recipe_type, essa diretiva identifica se a compilação deve ser feita usando MakeFile, configure ou meta dentre outras opções.</p>
<p>Eu não sou a favor de muita coisa que tem no Gobo, mas uma possibilidade e usar suas informações sobre compilação de software para startar um processo e criar um serviço que possa prover as informações de uma forma padroniza, como você sugeriu, para que qualquer um possa compilar e/ou empacotar seu software em casa ao seu modo. Ou seja estamos saltando o passo de depender do Fornecedor e do Intermediador para que possamos ter informações padronizadas sobre compilação, estaríamos fazendo o que o Akita gosta de falar: fazendo parte da solução e não sendo mais parte do problema (afinal somo nos que queremos essa possibilidade).</p>
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	<item>
		<title>By: Martani</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3997</link>
		<dc:creator>Martani</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 05:04:25 +0000</pubDate>
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		<description>Eu creio que o Eitch tem razão. A maior parte do que foi dito no texto não faz sentido, pois o que pode ser automatizado já o é na maioria das distros. O Debian, por exemplo, tem ports para um monte de arquiteturas, algumas delas muito pouco usadas, contando com apenas 5 mantenedores *. Mesmo assim, elas possuem milhares de pacotes. Isso é possível pois a maioria dos pacotes tem somente um responsável por empacotar o código-fonte, de forma que este seja facilmente compilável. A compilação em sí se faz automaticamente, em todas as arquiteturas. Se houver interesse, esse responsável pode ser inclusive um desenvolvedor "upstream", assim "fechando" o ciclo e tornando o tal ACT desnecessário.

* - http://release.debian.org/etch/arch_qualify.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu creio que o Eitch tem razão. A maior parte do que foi dito no texto não faz sentido, pois o que pode ser automatizado já o é na maioria das distros. O Debian, por exemplo, tem ports para um monte de arquiteturas, algumas delas muito pouco usadas, contando com apenas 5 mantenedores *. Mesmo assim, elas possuem milhares de pacotes. Isso é possível pois a maioria dos pacotes tem somente um responsável por empacotar o código-fonte, de forma que este seja facilmente compilável. A compilação em sí se faz automaticamente, em todas as arquiteturas. Se houver interesse, esse responsável pode ser inclusive um desenvolvedor &#8220;upstream&#8221;, assim &#8220;fechando&#8221; o ciclo e tornando o tal ACT desnecessário.</p>
<p>* - <a href="http://release.debian.org/etch/arch_qualify.html" rel="nofollow">http://release.debian.org/etch/arch_qualify.html</a></p>
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		<title>By: ElCheVive</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3909</link>
		<dc:creator>ElCheVive</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 02:24:14 +0000</pubDate>
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		<description>Olá,

Apesar de não ser exatamente o que você pretende, no openSUSE existe o Build Service (https://build.opensuse.org/) que facilita a vida pra quem gera os pacotes, pois o build service gera pacotes para diversas distribuições linux (fedora, debian, ubuntu, etc) além de diversas arquiteturas...É um projeto muito interessante!

abraços e desculpe o quase "off-topic"...hehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Apesar de não ser exatamente o que você pretende, no openSUSE existe o Build Service (https://build.opensuse.org/) que facilita a vida pra quem gera os pacotes, pois o build service gera pacotes para diversas distribuições linux (fedora, debian, ubuntu, etc) além de diversas arquiteturas&#8230;É um projeto muito interessante!</p>
<p>abraços e desculpe o quase &#8220;off-topic&#8221;&#8230;hehehe</p>
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	<item>
		<title>By: Iron Junior</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3905</link>
		<dc:creator>Iron Junior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 16:11:48 +0000</pubDate>
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		<description>É obvio que essa matéria é a que mais vai dar o que falar por aqui... 

Porque???? 

Porque é só isso que falta para o Linux (como dizia o Pink e Cérebro) "tentar dominar o mundo"!!

Sobre o que o dfs disse acima, de "somente uma só autorizada abrir o capô do seu carro". Eu diria diferente, seria: todos trabalhando pela mesma autorizada... Com toca certeza seria uma grande vantagem para todas as distribuições...

Resumindo... para mim, só falta isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É obvio que essa matéria é a que mais vai dar o que falar por aqui&#8230; </p>
<p>Porque???? </p>
<p>Porque é só isso que falta para o Linux (como dizia o Pink e Cérebro) &#8220;tentar dominar o mundo&#8221;!!</p>
<p>Sobre o que o dfs disse acima, de &#8220;somente uma só autorizada abrir o capô do seu carro&#8221;. Eu diria diferente, seria: todos trabalhando pela mesma autorizada&#8230; Com toca certeza seria uma grande vantagem para todas as distribuições&#8230;</p>
<p>Resumindo&#8230; para mim, só falta isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: dfs</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3896</link>
		<dc:creator>dfs</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 05:14:58 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, não entendi o seu problema com o gerenciador de pacotes...Dá pra fazer isso perfeitamente com o linux: pega os pacotes que o gerenciador baixou, leva pra outra máquina e instala ( clique duplo no Nautilus/Konqueror). Na verdade, a grande diferença entre o Windows e Linux no quesito software é que o primeiro é um alvo "parado". Quando um software é desenvolvido, o programador aproveita uma série de funcionalidades que ele assume como presentes ( as famosas "dependências"). No caso do Windows/OSX a plataforma muda pouco, e empacotar as dependências junto com o programa *geralmente* não dá problema ( mas quando dá...faça um google por "DLL Hell"). Em Linux o programador faz só o pacote dele e anota tudo o que precisa, um segundo programa ( o gerenciador) se encarrega de instalar o programa e eventualmente baixar o que mais precisar. Compilar um programa é uma opção que você tem quando ninguém empacotou *aquele* software pra sua distro. Já pensou se só a autorizada pudesse abrir o capô do seu carro ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, não entendi o seu problema com o gerenciador de pacotes&#8230;Dá pra fazer isso perfeitamente com o linux: pega os pacotes que o gerenciador baixou, leva pra outra máquina e instala ( clique duplo no Nautilus/Konqueror). Na verdade, a grande diferença entre o Windows e Linux no quesito software é que o primeiro é um alvo &#8220;parado&#8221;. Quando um software é desenvolvido, o programador aproveita uma série de funcionalidades que ele assume como presentes ( as famosas &#8220;dependências&#8221;). No caso do Windows/OSX a plataforma muda pouco, e empacotar as dependências junto com o programa *geralmente* não dá problema ( mas quando dá&#8230;faça um google por &#8220;DLL Hell&#8221;). Em Linux o programador faz só o pacote dele e anota tudo o que precisa, um segundo programa ( o gerenciador) se encarrega de instalar o programa e eventualmente baixar o que mais precisar. Compilar um programa é uma opção que você tem quando ninguém empacotou *aquele* software pra sua distro. Já pensou se só a autorizada pudesse abrir o capô do seu carro ?</p>
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	<item>
		<title>By: Marcos Barbosa</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3892</link>
		<dc:creator>Marcos Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 22:55:53 +0000</pubDate>
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		<description>Sistemas de compilação como o do Gentoo  (os razoavelmente conhecidos ebuilds) são preocupados em instalar o aplicativo na máquina (compilando conforme a própria arquitetura da máquina, enquanto o SlackBuild se preocupa em gerar um pacote que será instalado depois, normalmente para 486 (apesar de se notar suporte total a S/390 e parcial a outras arquiteturas). O segredo para essa idéia dar certo seria, acho eu, criar um sistema de criação de scripts (em PHP com interface via web, acho melhor) para criar scripts para a a compilação automática de pacotes. Exemplo: Você entra com informações sobre o pacote Apache e manda gerar um script para Slackware (seria o SlackBuild). Este script, ao ser executado, vai compilar o aplicativo, criar a raiz do pacote e depois gerar o pacote TGZ, que será disponibilizado para download. Idem para o Debian, por exemplo. Neste caso o o aplicativo será compilado e criado a raiz da mesma forma, mas será empacotado em um pacote DEB (não sei qual é o comando no Debian equivalente ao makepkg do Slackware), que será disponibilizado para download. Assim teremos uma compatibilidade boa (já que as distribuições normalmente seguem os padrões FHS e o LSB) entre pacotes. Seria interessante, termos os gerenciadores de pacotes (PkgTool do Slackware, Pac Man do Arch Linux, etc.) disponíveis em vários formatos de pacotes (para Debian, Slackware, Gentoo,etc.) em um único local, assim pode se ter acesso a vários repositórios de pacotes. Isso não envolve scripts, eu sei. Mas a idéia e reduzir o problema de falta de pacotes. Assim o Slackware poderiam ter pacotes compilados segundo a arquitetura como no Gentoo e o Arch Linux poderia ter os vários pequenos pacotes (que eu não gosto, mas...) do Debian.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sistemas de compilação como o do Gentoo  (os razoavelmente conhecidos ebuilds) são preocupados em instalar o aplicativo na máquina (compilando conforme a própria arquitetura da máquina, enquanto o SlackBuild se preocupa em gerar um pacote que será instalado depois, normalmente para 486 (apesar de se notar suporte total a S/390 e parcial a outras arquiteturas). O segredo para essa idéia dar certo seria, acho eu, criar um sistema de criação de scripts (em PHP com interface via web, acho melhor) para criar scripts para a a compilação automática de pacotes. Exemplo: Você entra com informações sobre o pacote Apache e manda gerar um script para Slackware (seria o SlackBuild). Este script, ao ser executado, vai compilar o aplicativo, criar a raiz do pacote e depois gerar o pacote TGZ, que será disponibilizado para download. Idem para o Debian, por exemplo. Neste caso o o aplicativo será compilado e criado a raiz da mesma forma, mas será empacotado em um pacote DEB (não sei qual é o comando no Debian equivalente ao makepkg do Slackware), que será disponibilizado para download. Assim teremos uma compatibilidade boa (já que as distribuições normalmente seguem os padrões FHS e o LSB) entre pacotes. Seria interessante, termos os gerenciadores de pacotes (PkgTool do Slackware, Pac Man do Arch Linux, etc.) disponíveis em vários formatos de pacotes (para Debian, Slackware, Gentoo,etc.) em um único local, assim pode se ter acesso a vários repositórios de pacotes. Isso não envolve scripts, eu sei. Mas a idéia e reduzir o problema de falta de pacotes. Assim o Slackware poderiam ter pacotes compilados segundo a arquitetura como no Gentoo e o Arch Linux poderia ter os vários pequenos pacotes (que eu não gosto, mas&#8230;) do Debian.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: KurtKraut</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3890</link>
		<dc:creator>KurtKraut</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 19:17:05 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Eitch,

Obrigado pelo comentário. Mas... 'não vai mudar muita coisa porque cada distribuição ainda vai ter que empacotar os seus programas na sua forma e gosto'. Claro, concordo com você . Afinal, é a própria distro que faria o script, ela modifica o script e por tabela o pacote da forma que bem entender oras :D Desculpe se não fui claro no meu post, mas me esforcei para deixar bem claro que não estou propondo que 'tudo seja igual', ou que todos adotemos um mesmo modelo, ou que só passe a existir um único modo de compilar um programa. Muito pelo contrário :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Eitch,</p>
<p>Obrigado pelo comentário. Mas&#8230; &#8216;não vai mudar muita coisa porque cada distribuição ainda vai ter que empacotar os seus programas na sua forma e gosto&#8217;. Claro, concordo com você . Afinal, é a própria distro que faria o script, ela modifica o script e por tabela o pacote da forma que bem entender oras <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> Desculpe se não fui claro no meu post, mas me esforcei para deixar bem claro que não estou propondo que &#8216;tudo seja igual&#8217;, ou que todos adotemos um mesmo modelo, ou que só passe a existir um único modo de compilar um programa. Muito pelo contrário <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Eitch</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3889</link>
		<dc:creator>Eitch</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 18:46:58 +0000</pubDate>
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		<description>Esse foi um dos textos mais insanos que eu já li em algum tempo. Você não levou em conta de que a maioria das distribuições possuem um buildsystem, que pra facilitar a vida de nós empacotadores, fazem todo o trabalho pesado que a gente teria que estar fazendo. O único trabalho pesado mesmo é criar o arquivo de definição do pacote, o resto é só sair mudando rapidinho as versões e pronto, fácil e rápido. 

Também não levou em conta que não existe uma única forma de se compilar o programa, e nem vai haver, tanto por questões técnicas quanto por questões de gosto. Esse tal de ACT (WTF?) não passa de uma utopia extremamente inviável. Uma das vantagens do software livre é ter essa flexibilidade dos pacotes poderem ser compilados de certas formas. Nunca que tudo vai ser igual. Hoje em dia com a quantidade de pessoas envolvidas, é bem difícil você não encontrar pacotes prontos para as principais distribuições.

Veja bem, isso não acontece nem no Windows, que dizem que tem os programas fáceis de instalar e bla bla bla. Cada programa usa seu instalador favorito (Installshield, o da Nullsoft, entre outros), tem programas que instalam em "Arquivos de Programas", outro instalam na raiz mesmo. Uns registram coisas no registro do Windows em um canto, outros registram em outro canto. Uns colocam os arquivos em várias partes do sistema amontoando o bicho, outro mantém tudo certinho em um lugar só e pronto. E um "ACT" nunca vai ser viável no Windows também.

Então me desculpe, mas achei essa história aí totalmente falha. Se algum dia houver algum tipo de  "ACT", não vai mudar muita coisa porque cada distribuição ainda vai ter que empacotar os seus programas na sua forma e gosto, e isso esses tals "scripts" *nunca* vão resolver. O que vai resolver é uma padronização da hierarquia pra onde os arquivos de programas vão (já existe) e uma padronização sobre como montar os arquivos de especificação da criação dos pacotes.

No mais, boa sorte, porque na prática isso aí é totalmente falho :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi um dos textos mais insanos que eu já li em algum tempo. Você não levou em conta de que a maioria das distribuições possuem um buildsystem, que pra facilitar a vida de nós empacotadores, fazem todo o trabalho pesado que a gente teria que estar fazendo. O único trabalho pesado mesmo é criar o arquivo de definição do pacote, o resto é só sair mudando rapidinho as versões e pronto, fácil e rápido. </p>
<p>Também não levou em conta que não existe uma única forma de se compilar o programa, e nem vai haver, tanto por questões técnicas quanto por questões de gosto. Esse tal de ACT (WTF?) não passa de uma utopia extremamente inviável. Uma das vantagens do software livre é ter essa flexibilidade dos pacotes poderem ser compilados de certas formas. Nunca que tudo vai ser igual. Hoje em dia com a quantidade de pessoas envolvidas, é bem difícil você não encontrar pacotes prontos para as principais distribuições.</p>
<p>Veja bem, isso não acontece nem no Windows, que dizem que tem os programas fáceis de instalar e bla bla bla. Cada programa usa seu instalador favorito (Installshield, o da Nullsoft, entre outros), tem programas que instalam em &#8220;Arquivos de Programas&#8221;, outro instalam na raiz mesmo. Uns registram coisas no registro do Windows em um canto, outros registram em outro canto. Uns colocam os arquivos em várias partes do sistema amontoando o bicho, outro mantém tudo certinho em um lugar só e pronto. E um &#8220;ACT&#8221; nunca vai ser viável no Windows também.</p>
<p>Então me desculpe, mas achei essa história aí totalmente falha. Se algum dia houver algum tipo de  &#8220;ACT&#8221;, não vai mudar muita coisa porque cada distribuição ainda vai ter que empacotar os seus programas na sua forma e gosto, e isso esses tals &#8220;scripts&#8221; *nunca* vão resolver. O que vai resolver é uma padronização da hierarquia pra onde os arquivos de programas vão (já existe) e uma padronização sobre como montar os arquivos de especificação da criação dos pacotes.</p>
<p>No mais, boa sorte, porque na prática isso aí é totalmente falho <img src='http://www.kurtkraut.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Henrique</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3887</link>
		<dc:creator>Paulo Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 18:35:16 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos Barbosa tem razão, SlackBuild seria uma boa saída para este problema.
Patrick não faz tudo sozinho, mas boa parte das coisas são feitas por ele, muitos acham que é muito trabalho pra uma pessoa só, mas na verdade ele usou o cerebro e agora o empacotamento dos pacotes é uma coisa fácil de se fazer.
E se eu quiser otimizar uma pacote para minha máquina é só baixar o SlackBuild do pacote em questão e criar o pacote baseado no meu hardware, parecido com o Gentoo e BSD's, mas não tão automatizado.

t+</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Barbosa tem razão, SlackBuild seria uma boa saída para este problema.<br />
Patrick não faz tudo sozinho, mas boa parte das coisas são feitas por ele, muitos acham que é muito trabalho pra uma pessoa só, mas na verdade ele usou o cerebro e agora o empacotamento dos pacotes é uma coisa fácil de se fazer.<br />
E se eu quiser otimizar uma pacote para minha máquina é só baixar o SlackBuild do pacote em questão e criar o pacote baseado no meu hardware, parecido com o Gentoo e BSD&#8217;s, mas não tão automatizado.</p>
<p>t+</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Renato</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3886</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 18:08:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3886</guid>
		<description>Na minha opinião, o pior defeito do Linux é o atual sistema de instalação de programas por meio de pacotes e gerenciadores de pacotes. Pior ainda é ter que compilar programas para rodar em minha máquina, um verdadeiro absurdo. Sei que muita gente vai me achar chato, mas o Windows e o MacOS possuem sistemas de instalação de programas muito mais simples e práticos. Além do mais, basta baixar UMA SÒ VEZ da Internet o arquivo de instalação que daí em diante eu posso utilizar esse arquivo para em quantas outras máquinas quiser sem que elas precisem estar conectadas a Internet. Ou seja, ambos os sistemas são livres de baixar dependências da Internet para instalar um programa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha opinião, o pior defeito do Linux é o atual sistema de instalação de programas por meio de pacotes e gerenciadores de pacotes. Pior ainda é ter que compilar programas para rodar em minha máquina, um verdadeiro absurdo. Sei que muita gente vai me achar chato, mas o Windows e o MacOS possuem sistemas de instalação de programas muito mais simples e práticos. Além do mais, basta baixar UMA SÒ VEZ da Internet o arquivo de instalação que daí em diante eu posso utilizar esse arquivo para em quantas outras máquinas quiser sem que elas precisem estar conectadas a Internet. Ou seja, ambos os sistemas são livres de baixar dependências da Internet para instalar um programa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: André Ramaciotti</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3883</link>
		<dc:creator>André Ramaciotti</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:13:12 +0000</pubDate>
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		<description>Creio que o Archlinux seja parcialmente automatizado. Nele, você pode baixar um pacote já compilado pelo pacman ou criar um pacote do source usando o abs.

O abs baixa scripts (PKGBUILDs) com informações do tipo versão do pacote, endereço do código, opções do ./configure, make, etc., então basta rodar 'makepkg' no diretório onde está o PKGBUILD que ele baixa o código, o compila e o empacota; mas o processo de verificar se há uma versão nova ainda é manual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que o Archlinux seja parcialmente automatizado. Nele, você pode baixar um pacote já compilado pelo pacman ou criar um pacote do source usando o abs.</p>
<p>O abs baixa scripts (PKGBUILDs) com informações do tipo versão do pacote, endereço do código, opções do ./configure, make, etc., então basta rodar &#8216;makepkg&#8217; no diretório onde está o PKGBUILD que ele baixa o código, o compila e o empacota; mas o processo de verificar se há uma versão nova ainda é manual.</p>
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	<item>
		<title>By: Marcos Barbosa</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3882</link>
		<dc:creator>Marcos Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:06:04 +0000</pubDate>
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		<description>O Slackware usa uma abordagem semi-automática. Ele possui um script para cada pacote (o ilustre desconhecido SlackBuild) que pega os arquivos, extrai, compila e monta o pacote. Porém ele possui interno a ele as informções sobre versão e os fontes, patchs, etc. estão no mesmo diretório. Acho que se quer começar a trabalhar de forma prática nisso, o SlackBuild é o ponto ideal, já que nem grande parte do código do SlackBuild ele é independente da distribuição, apenas no final após todos os arquivos estarem posicionados para se tornarem um pacote, é executado o comando makepkg que cria um pacote segundo o padrão. Outras informações:
- Se quer scripts para compilar pacotes automaticamente, ele deve ser feito em shell script (apesar de não ter nada contra Python, Perl, etc. shell script é simples de se entender e fácil de ser adaptado)
- O script pode ser em grande parte independente de distribuição (convenhamos, os binários sempre ficam em /usr/bin, não é?) e no final as alterações referentes a distribuição são feitas.
- Também deve-se pensar em multiplas arquiteturas (já que certas distros existem para várias arquiteturas), mas o Slackware faz isso de uma forma inicial, podendo se ter uma base.
- Um problema a ser enfrentado, é o local de onde serão baixados os fontes, já que não existe um padrão quanto a nomenclatura de diretórios. Exemplo: Alguns projetos tem em seus repositórios um link simbólico para a última versão (normalmente o link é o nome do pacote fonte, sem versão). Exemplo: Se existe o projeto FooBar e o nome do fonte da última versão é foobar-1.2.3.tar.gz, pode haver um link chamado foobar que aponte para o fonte da última versão.
- Meu e-mail é marcosestevesbarbosa SEMSPAM gmail PONTO com, se quisere estou disposoto a discutir aspectos mais técnicos do sistema
- Uma última sugestão: Uma formulário em PHP para gerar de forma automática os scripts. Então se insere dados como nome longo, nome, curto, endereço dos fontes, flags para compilação, etc. e  é gerado o script. talvez até com um menu para as opções que dependem da distribuição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Slackware usa uma abordagem semi-automática. Ele possui um script para cada pacote (o ilustre desconhecido SlackBuild) que pega os arquivos, extrai, compila e monta o pacote. Porém ele possui interno a ele as informções sobre versão e os fontes, patchs, etc. estão no mesmo diretório. Acho que se quer começar a trabalhar de forma prática nisso, o SlackBuild é o ponto ideal, já que nem grande parte do código do SlackBuild ele é independente da distribuição, apenas no final após todos os arquivos estarem posicionados para se tornarem um pacote, é executado o comando makepkg que cria um pacote segundo o padrão. Outras informações:<br />
- Se quer scripts para compilar pacotes automaticamente, ele deve ser feito em shell script (apesar de não ter nada contra Python, Perl, etc. shell script é simples de se entender e fácil de ser adaptado)<br />
- O script pode ser em grande parte independente de distribuição (convenhamos, os binários sempre ficam em /usr/bin, não é?) e no final as alterações referentes a distribuição são feitas.<br />
- Também deve-se pensar em multiplas arquiteturas (já que certas distros existem para várias arquiteturas), mas o Slackware faz isso de uma forma inicial, podendo se ter uma base.<br />
- Um problema a ser enfrentado, é o local de onde serão baixados os fontes, já que não existe um padrão quanto a nomenclatura de diretórios. Exemplo: Alguns projetos tem em seus repositórios um link simbólico para a última versão (normalmente o link é o nome do pacote fonte, sem versão). Exemplo: Se existe o projeto FooBar e o nome do fonte da última versão é foobar-1.2.3.tar.gz, pode haver um link chamado foobar que aponte para o fonte da última versão.<br />
- Meu e-mail é marcosestevesbarbosa SEMSPAM gmail PONTO com, se quisere estou disposoto a discutir aspectos mais técnicos do sistema<br />
- Uma última sugestão: Uma formulário em PHP para gerar de forma automática os scripts. Então se insere dados como nome longo, nome, curto, endereço dos fontes, flags para compilação, etc. e  é gerado o script. talvez até com um menu para as opções que dependem da distribuição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Uma alternativa ao modelo atual de empacotamento de software?</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3880</link>
		<dc:creator>Uma alternativa ao modelo atual de empacotamento de software?</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 15:05:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3880</guid>
		<description>[...] por Kurt Kraut (ubuntuΘkurtkraut·net) - referência [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] por Kurt Kraut (ubuntuΘkurtkraut·net) - referência [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: J. F. Mitre</title>
		<link>http://www.kurtkraut.net/blog/2008/empacotar-e-coisa-do-seculo-passado-acordo-de-cooperacao-tecnologica/#comment-3874</link>
		<dc:creator>J. F. Mitre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 02:20:14 +0000</pubDate>
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		<description>De fato, houve uma grande confusão na minha interpretação de minha parte. Eu é que lhe peço desculpas. Eu exagerei na interpretação do sentido do "padrão" aqui colocado.
Nota: já vejo a possibilidade real de não ser apenas uma proposta, quero dizer, é algo simples, pode ser feito e é interessante as partes envolvidas. Resta apenas ser executado.
[ ]'s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, houve uma grande confusão na minha interpretação de minha parte. Eu é que lhe peço desculpas. Eu exagerei na interpretação do sentido do &#8220;padrão&#8221; aqui colocado.<br />
Nota: já vejo a possibilidade real de não ser apenas uma proposta, quero dizer, é algo simples, pode ser feito e é interessante as partes envolvidas. Resta apenas ser executado.<br />
[ ]&#8217;s</p>
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	</item>
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