Archive for the 'Planetas' Category

Falha crítica no Breezy: senha de root exposta. Veja como resolver.

Sunday, March 12th, 2006

NOTA: Após a publicação deste post a equipe do Ubuntu lançou correções em seus repositórios. Para atualizar seu sistema e ficar isento da falha, enquanto estiver conectado à internet, digite sudo aptitude update e em seguida sudo aptitude upgrade em seu terminal.

Foi lançado no Launchpad uma falha crítica do Ubuntu Breezy. A senha do primeiro usuário adicionado no sistema (processo feito na instalação) pode ser lida no arquivo questions.dat. Este arquivo contém informações gerais sobre o processo de instalação e erroneamente exibe também a senha deste usuário que tem privilégios de root.

A que tudo indica, apenas a versão Breezy quando instalada na modalidade padrão apresenta o problema. A variante Kubuntu também foi afetada. As versões prévias do Dapper que já foram lançadas não apresentam essa falha. Caso sua instalação do Ubuntu foi feita de forma diferente da padrão (na qual se pressioa ENTER na tela de boot para iniciar), seria interessante confirmar se sua instalação foi afetada. Para isso, abra o arquivos em questão (indicados mais adiante) com seu editor de textos de preferência e procure pelas linhas:

Name: passwd/user-password
Template: passwd/user-password
Value: [sua senha aqui]

Caso encontre sua senha no trecho acima ou tenha instalado o Ubuntu pelo método padrão, siga as instruções a seguir para o reparo da falha.

1- Vamos instalar o programa wipe. Ele serve para apagar arquivos evitando sua posterior recuperação. Digite no terminal:

sudo aptitude install wipe

2- Agora, utilizaremos o wipe para remover os arquivos que podem conter a senha. Digite no terminal:

wipe /var/log/installer/cdebconf/questions.dat

wipe /var/log/debian-installer/cdebconf/questions.dat

3- Em toda situação de exposição de senha, devemos trocar a senha por precaução. Digite no terminal:

passwd

Em seguida, será solicitada a sua senha atual. Digite-a e pressione ENTER. Não irão aparecer asteriscos no lugar da senha por medida de segurança. Logo em seguida, será solicitado duas vezes a nova senha. Escolha uma nova senha composta por letras e números.

A falha já está sob análise oficial dos mantenedores do Ubuntu para que erros de mesma ordem sejam evitados ao máximo no futuro. Porém, só o fato das versões prévias (alpha) da próxima versão que será lançada a partir de abril estarem isentas da falha demonstra que esse problema já está resolvido para as versões subseqüentes.

Além da solução da falha ser muito simples, ela se torna potencialmente perigosa apenas quando o computador é compartilhado ou acessado remotamente (ex.: SSH). O arquivo em questão e a senha exposta só são acessíveis por outros usuários cadastrados no sistema, portanto, somente outras pessoas com login e senha para acessar um computador utilizando Ubuntu poderiam ter acesso a essa senha.

A Cannonical, empresa que junto com a comunidade mantém o Ubuntu, está oferecendo emprego para um Engenheiro de Q&A, responsável por garantir a qualidade das versões do Ubuntu. Também discussões recentes e anteriores ao relato da falha têm ocorrido na comunidade em adiar o lançamento do Dapper para que mais testes e correções sejam feitos, deixando o Ubuntu mais polido, estável, rápido e confiável.

Todo esse esforço da Cannonical e da comunidade devem ser suficientes para que a credibilidade do Ubuntu não seja abalada e continue sendo a distribuição mais procurada para uso em desktops e para usuários que estão migrando para o mundo Linux.

Agradecimentos: ao MarioMeyer pela indicação do wipe.

Ubuntu no laptop ?

Monday, February 27th, 2006

Se você tem o privilégio de ter um laptop, por que não ter a honra de ter um laptop com o Ubuntu ? Mas tem medo do quão difícil isso pode ser ? Medo de ter botões e outros recursos deixando de funcionar ?

Então se beneficie da experiência de outros usuários que possuem um laptop de mesmo modelo que o seu. Consulte seu modelo dentro da lista de 161 modelos disponíveis do site tuxmobil.org - lá você pode ter uma prévia do que deve funcionar, do que não deve funcionar e como resolver problemas mais comuns.

Para quem tem (ou pretende ter) um Tablet PC eu já me adiantei e sugeri ao Ubuntu Laptop Team estudar mais os programas já disponíveis para Linux para utilização dos recursos dessa modalidade de laptop. Além de eu ter uma ‘quedinha’ por esse tipo de brinquedo, a Nokia já entrou no ramo e a Microsoft a que tudo indica também irá produzir seu Tablet ainda em 2006.

Inclusão Digital com Ubuntu (FAG.edu.br)

Saturday, February 18th, 2006

Está e uma das várias imagens disponíveis do projeto de Inclusão Digital da Faculdade Assis Gurgacz. Para divulgar o projeto, optei por fazer uma entrevista colaborativa. Convidei os usuários da Lista de Discussão do LoCoTeam Brasileiro para fazerem algumas perguntas sobre o projeto ao Daniel Kühl, um dos responsáveis pelo projeto.
OgMaciel: Sei que voces devem estar cansados de responder esta pergunta, mas… Qual é o objetivo deste projeto a curto e longo prazo?

Daniel
: O objetivo do projeto a curto prazo é levar às pessoas que não tem como ter um curso ou um acesso à internet. A longo prazo é incluir essas pessoas no mundo digital, para elas saberem como usar e o porque usar a tecnologia hoje disponivel e acessivel a elas.

lucasd: Como surgiu a idéia do ônibus com computadores?

Daniel: A idéia surgiu do Diretor Geral da faculdade, ele propôs a idéia e nós executamos em conjunto com outra empresa do mesmo grupo, a Eucatur, que cedeu toda a infraestrutura necessária (ônibus, motorista, móveis internos) bem como o acabamento e reforma dos ônibus, já a equipe de informática da Faculdade Assis Gurgacz (FAG) ficou responsável pela configuração e instalação dos computadores, redes e servidores, bem como sua manutenção.

lucasd
: Como foi a reação das pessoas ao conhecer o projeto?

Daniel
: As pessoas ficam encantadas, elas não acreditam que um projeto como esse era possível de ser feito, e quando informamos que o projeto é para a comunidade eles ficam mais espantados ainda.

Elton Lima: Como foi produzido o ônibus e como é feito a infraestrutura para a conexão e o acesso?

Daniel: O ônibus é de uma frota da empresa do mesmo grupo da FAG, a Eucatur, ela ficou encarregada de conseguir os onibus e prepara-los para receber toda a infraestrutura de redes. A conexão das estações com a internet é feita por meio de um Servidor IBM xSeries, que é conectado a internet por meio de ADSL, essa ADSL, foi feito um acordo com a Brasil Telecom de eles fornecerem a internet nos pontos onde o onibus é deslocado, geralmente em feiras de eventos e em escolas. Atualmente não existe restrição para o acesso a internet.

Magnus: quando ele começa a rodar o brasil?
Daniel: A princípio o projeto restringe-se a Cascavel /PR e a cidades da região.

Magnus: vao ser quantos onibus?

Daniel: Atualmente já estão prontos 4 ônibus, em 2006 serão feitos mais 8 onibus como esses, totalizando 12.

Elton Lima: Com a meta de realizar a inclusão digital, como é formado o auxilio dos profissionais para o auxilio e o acesso aos computadores, como é feito o controle de acessos?

Daniel: Os profissionais que fazem o auxílio e o acesso são estagiários do curso de Informática de faculdades da região. O controle de acesso interno ao onibus é feito da seguinte forma: na escolas, fica a direção encarregada de organizar turmas e horários, a prefeitura da cidade cede gentilmente um profissional responsável por ensinar às pessoas. Já quando está em feiras e/ou eventos, o acesso ao onibus é sem restrição, pois o onibus vai esses eventos somente para prover o acesso a internet aos interessados e para mostras mais sobre o projeto, não existe cursos nesses eventos.

MarioMeyer: Este é um projeto implementado apenas no Brasil? Ou vocês sabem de algum outro projeto similar em outro país?

Daniel: Sim, já ouvimos e vimos falar, em São Paulo existe um projeto nessa linha, não me lembro o nome.

Marcelo Mendes: Pelas fotos percebe-se que há muitas crianças, seria esse o público alvo (crianças)? Se sim, existe interesse posteriormente em expandir para atender a jovens e adultos?

Daniel: O público alvo são todas a idades, na ocasião das fotos uma turma de crianças estava utilizando a infraestrutura do onibus.

lucasd
: Quais os futuros planos para projeto? Vocês pretendem colocar mais ônibus, ou passar a circular em outras cidades e estados?

Daniel
: Sim, em 2005 foram feitos 4 onibus identicos para o projeto, em 2006 serão feitos mais 8 ônibus. Eles cicularão pela cidade de Cascavel/PR e cidades da região. Não existe planos para outros estados.

MarioMeyer: Se outras entidades e/ou pessoas estiverem interessadas em ajudar o seu projeto, como devem proceder?

Daniel: Atualmente esse projeto é feito em parceria com o Governo Federal, pelo Ministérios das Comunicações. Atualmente não há uma forma de contribuição, a não ser com sugestões para o projeto bem como sua divulgação.

MarioMeyer: Se outras entidades e/ou pessoas desejarem implementar projetos semelhantes, poderiam pedir ajuda à vocês? Este know-how pode ser compartilhado? Se sim, como devem proceder? Quem devem procurar?

Daniel: Sim, podem pedir. O projeto é para a comunidade. O know-how pode ser e será compartilhado, para pedir essa ajuda, e/ou mais informações sobre o projeto, pode-se entrar em contato com Odirlei Antonio, pelo email odirlei@fag.edu.br e daniel@fag.edu.br

Marcelo Mendes: Que tipo de abordagem é feita para divulgação do projeto nos locais por onde esse ônibus “livre” passa?

Daniel: Em escolas, a própria escola/direção fica encarregada disso. Em eventos, ele fica parado num local estratégico com banner explicativos, as pessoas interessadas podem entrar para conhecer.

KurtKraut: Por que vocês escolheram o Linux e por que dentre as distribuições Linux o Ubuntu foi utilizado ?

Daniel: Bem, fizemos uma comparação com preços de licenças MS Windows e o custo ficaria muito alto, por isso utlizamos o Linux. A distribuição escolhida foi a Ubuntu porque é uma distribuição que já vinha com os softwares que precisávamos além de ser um projeto promissor e com bastante suporte no site http://www.ubuntu.com

KurtKraut e Ubuntuser: É excelente a idéia de introduzir a informática para pessoas utilizando o Ubuntu. Mas provavelmente estas pessoas quando se depararem com um computador em outra oportunidade, muito provavelmente a plataforma será Windows. Como que vocês lidam com a questão e que tipo de orientação sobre esse assunto vocês passam aos alunos ?

Daniel: Existe esse “mito”, mas o melhor de tudo é que deparamos com pessoas (80%) que nem sequer fazem idéia do que é o “Windows”, e apresentamos a elas o Computador com um sistema operacional instalado, no caso, o Linux. Como as ferramentas utilizadas são de fácil aprendizagem e fazem o que tem que ser feito, não existe essa barreira do “Windows” para nós. Na verdades, estamos implantando já uma cultura Livre para essas pessoas, que quando utilizarem um computador com o Windows certamente perguntarão “Que sistema operacional é esse”?

OgMaciel: De que forma a comunidade Ubuntu Brasil poderia ajudar o projeto?

Daniel: A princípio não tem muito o que ser feito, mas ela pode ajudar enviando sugestões, para o email daniel@fag.edu.br

OgMaciel: Onde encontrar mais informações sobre o projeto?

Daniel: Estarei encaminhado um material completo para o Kurtkraut, ele poderá formatar elas se quiser. Essas informações estarão livremente disponiveis no site do projeto de vocês, que aliás, é uma iniciativa plauspivel! Parabéns.

Agradeço ao Daniel e a todos que participaram enviando perguntas.

Em resposta ao OgMaciel sobre a simplificação do GNOME

Tuesday, February 7th, 2006

Às vezes me irrito com pessoas na minha frente na fila de um fastfood qualquer. Aquelas que ficam olhando para as fotos ilustrativas e levam mais de 5 minutos para decidir o que comer enquanto meu estômago está sofrendo autodigestão.

A culpa não é delas. O problema que essas pessoas enfrentam é o mesmo que meus alunos em torno dos 18 anos enfrentam: escolher um entre centenas. Assim como existem uma infinidade de tipos de sanduíches e centenas de cursos universitários, o computador é uma caixinha de várias opções, decisões, YES, NO, OK, CANCEL, ABORT…

Tomar um decisão, escolher uma opção não é uma única escolha e sim várias. Por isso, digo aos meus alunos que não basta escolher a alternativa ‘B‘ como correta, mas a ‘A‘, a ‘C‘ e a ‘D‘ também devem ser escolhidas como erradas. Tem que haver um motivo para você não ter escolhido cada uma.

Ao entupir uma interface com opções - todas elas de igual importância - a dificuldade que o usuário sofrerá é a mesma dos exemplos anteriores. Leva um tempo para digerir todas as informações e isso diminui a curva de aprendizado, torna o uso do sistema irritante e teremos pessoas sofrendo de síndrome da abstinência do Windows.

Mas deve haver um limite. Sou adepto de sua sugestão OgMaciel. Quanto mais experiência temos, mais rápido e melhor podemos escolher o que queremos e o que não queremos. Se não permitirmos que o usuário usufrua do seu poder de decisão mais experiente, teremos um sistema que tem prazo de validade: funciona bem para os iniciantes mas assim que forem mais experientes, sentirão falta de mais recursos.

Deixemos que o usuário diga ao sistema o quanto ele pode decidir e o quanto de experiência tem para tomar cada decisão. Aí sim todo o esforço realizado por vários desenvolvedores não serão úteis apenas para a infância de quem nasce no mundo Linux.

Acesse MSN/Jabber/ICQ/AOL/Yahoo pelo IRC

Monday, January 9th, 2006

Eu sou um daqueles que usa MSN por obrigação. Infelizmente, muitas pessoas se negam a experimentarem qualquer outro tipo de sistema de mensagens instantâneas mais inteligente ou simplesmente não conseguem abrir mão daqueles desenhos coloridos, espalhafatosos e animações em flash que ficam piscando na tela de seu interlocutor: um verdadeiro cenário de terror digital.

Para não ser vítimas de alarmes, animações, desenhos e emoticons, eu acesso o MSN e outros sistemas através de um cliente de IRC. Um grupo de holandeses resolveu criar um programa de servidor através do qual clientes de IRC (como XChat, mIRC etc) podem se conectar e conectar-se a múltiplas contas MSN/Jabber/ICQ/AOL/Yahoo (incluindo Google Talk). O resultado dessa idéia chama-se Bitlbee, que pode ser baixado e rodado localmente ou qualquer um pode se conectar a um dos servidores públicos existentes.
Para nos ambientarmos no Bitlbee, irei criar uma conta e adicionar alguns contatos. Para isso, vamos digitar em um cliente de IRC o comando equivalente a:

/server im.bitlbee.org 6667

O comando acima irá nos conectar ao servidor im.bitlbee.org na porta 6667 (padrão deste servidor). Assim que a conexão for estabelecida, o canal &bitlbee será automaticamente aberto e o nick root (um bot) irá enviar as seguintes mensagens:

(root) Welcome to the BitlBee gateway!
(root)
(root) If you’ve never used BitlBee before, please do read the help information using the help command. Lots of FAQ’s are answered there.

Através do nick root o Bitlbee irá mandar as mensagens de erro e outras comunicações do sistema. Tudo que é dito no canal &bitlbee só é visto por você e mais ninguém, mesmo que esteja no mesmo servidor im.bitlbee.org. O nick que você utilizar no ato da conexão será considerado como login para o Bitlbee. Para acessar sua conta denovo, você terá que utilizar o mesmo nick. Caso queira trocar, será necessário desconectar pois o Bitlbee não suporta o comando /nick.
Para esta demonstração utilizarei o nick ktkteste. O primeiro passo será adicionar uma conta MSN. Para isso basta digitar:

(ktkteste) account add msn ubuntu@kurtkraut.net mshutt

O comando acima irá adicionar no sistema a conta de MSN de endereço ubuntu@kurtkraut.net com a senha mshutt. O sistema irá confirmar a adesão com a mensagem:

(root) Account successfully added

Assim como no GAIM, além de adicionar no sistema a conta com sua respectiva senha, temos que torná-la online. Para isso, envie a mensagem:

(ktkteste) account on

O Bitlbee irá retornar:

(root) MSN - Logging in: Connecting
(root) MSN - Logging in: Connected to server, waiting for reply
(root) MSN - Logging in: Transferring to other server
(root) MSN - Logging in: Connected to server, waiting for reply
(root) MSN - Logging in: Authenticated, getting buddy list
(root) MSN - Logged in
* brunomu (bruno.mu@…com) has joined &bitlbee
* pzl (pzl@…org) has joined &bitlbee
* root sets mode: +v pzl
* frikasoide (frikasoide@…com) has joined &bitlbee

Entrarão nos canais os nicks correspondentes aos usuários que estão na lista de contato do MSN de ubuntu@kurtkraut.net. Os nicks são constituídos pelo nome à esquerda da arroba do endereço MSN. Se houverem nicks homônimos, o Bitlbee irá adicionar underline (_) ao final do nick para evitar colisões.

Para enviar mensagens basta abrir um PVT com um dos nicks e a mensagem chegará ao seu destinatário. Vale ressaltar que não só múltiplas contas de protocolos diferentes podem ser adicionadas no Bitlbee como também múltiplas contas de um mesmo protocolo, ou seja, seguindo o exemplo desta postagem, poderíamos adicionar outros MSNs.

Por fim, vamos salvar a conta neste servidor para que não seja necessário repetir a adesão da conta todas as vezes. Para isso basta digitar:

(ktkteste) register almeida
(root) Password successfully changed
(root) Configuration saved

A conta ktkteste foi registrada com a senha almeida. Da próxima vez, basta entrar em im.bitlbee.org utilizando o nick ktkteste e enviar a seguinte mensagem para se identificar:

(ktkteste) identify almeida
(root) Password accepted

E todas as suas alterações serão salvadas sob este nick e senha. Para conhecer mais comandos e como utilizar melhor o Bitlbee, envie a mensagem:

(ktkteste) help quickstart

E o nick root irá exibir um breve tutorial que permite um uso satisfatório do Bitlbee. O Bitlbee só peca por ainda não suportar transferências de arquivos mas elas são substituídas facilmente por outros meios como e-mail ou sistemas de armazenamento temporário como www.yousendit.com.

Além do Bitlbee ser uma forma de baixo consumo de acessar múltiplos sistemas de mensagem instantâneas, é bem fácil fazer scripts, automatizações e bots para estes sistemas em cima do Bitlbee. Além do mais, para quem já usa um cliente de IRC como o XChat (que acompanha o Ubuntu) para ficar ligado nos canais de sua preferência, pode manter seus contatos MSN/Jabber/ICQ/AOL/Yahoo em uma mesma janela.

Qualquer dúvida ou dificuldade, basta perguntar sob a forma de comentário que irei responder assim que puder.

Abraços,

KurtKraut

Vendendo Linux em ASP / video.google.com

Sunday, December 18th, 2005

rASPa de tacho

Li no blog da renata.org algo que até agora não sei se é para rir ou para chorar. O site da MandrivaStore é feito em ASP e roda em Windows 2003. É só eu e a Renata que achamos que isso é o mesmo que trabalhar na Coca-Cola e beber Pepsi em casa ?

video.google.com

Alguns vídeos interessantes nesse serviço do Google envolvendo o Ubuntu e o Software Livre. Recomendo não deixar de assistir os dois últimos.

  • Instalando o Ubuntu e Windows com Dual Boot com bom humor. (~ 13 min/inglês) - assistir.
  • Instalando programas no Ubuntu. (~ 13min/inglês) - assistir.
  • Palestra com Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu. (~ 1h/inglês) - assistir.
  • Palestra com Richard Stallman sobre o perigo da patente de softwares. (~ 2h/inglês) - assistir.
  • Palestra com Richard Stallman sobre generalidades do GNU e FSF. (~ 1h/inglês) - assistir.
  • Linus Torvalds ‘toma banho’ e arrecada fundos em prol da Cystic Fibrosis South Australia. (~ 3min) - assistir.
  • Excelente propaganda da IBM sobre o Linux. (~ 2min/inglês) - assistir.
  • Imperdível música sobre os seres mitológicos entitulados ’sysadmins’. (~ 3min/inglês) - assistir.
  • Paródia sobre o uso da internet: para pornografia. (~ 3min/inglês) - assistir.

A Vida é OpenSource

Thursday, December 15th, 2005

Muito antigamente, você juntava todas as suas economias e comprava um computador. Logo em seguida, comprava uma penca de programas para executar em seu computador e tudo isso era maravilhoso. Hoje, não só comprar um computador ficou mais barato (com linhas de financiamento e incentivos fiscais do governo) como também não é necessário mais comprar programas para seu computador pois boa parte deles são gratuitos e livres.

Note bem a diferença: gratuito significa que você não tem que pagar pelo seu uso. Livre, significa que você é livre para distribuir (copiar) o programa e fazer modificações nele. Essas modificações são fundamentais para o avanço tecnológico hoje. Não estamos mais presos ao que um programador ou uma empresa acha sobre como devemos usar nosso computador. Nós mesmo podemos modificar nossos programas favoritos ou utilizar modificações feitas por quem saiba fazê-las de forma a atender nossas necessidades individuais.

Para que essa liberdade exista, o programa tem que ser OpenSource, ou seja, a sua programação, a forma como foi construído, os seus ingredientes, sejam abertos, vistos por qualquer um. O OpenSource virou quase que sinônimo de modernidade tanto que a Microsoft, maior empresa de informática de código fechado do mundo, cogita tornar OpenSource algumas de suas ferramentas.

Mas o OpenSource existe muito antes de entusisastas como Larry Wall ou Richard Stallman. O OpenSource existe, neste universo, há cerca de 3 bilhões de anos atrás. A vida é OpenSource desde seus primórdios. Temos então como o primeiro código fonte a molécula de DNA.

DNA

O DNA é um polímero, um coletivo de monômeros, algo que se assemelha a peças de LEGO® encaixadas uma após a outra. Enquanto computadores falam binário, a vida fala uma linguagem quaternária, representada por quatro moléculas chamadas bases nitrogenadas, que são: Citosina, Guanina, Adenina e Timina. Por uma questão de simplificação, utilizamos apenas a primeira letra de cada uma dessas bases para representá-las.

O DNA é uma fita dupla onde essas bases sempre se pareiam entre si. Toda Guanina de uma fita irá efetuar pontes de hidrogênio (m.q. ligação) com uma Citosina da fita complementar e vice-versa. Da mesma forma, toda Adenina irá parear com as Timinas da fita complementar. Então sempre teremos códigos aos pares: C-G e A-T. Essa duplicidade do código fonte da vida tem inúmeras vantagens. Quando houver algum erro ou algum dano, podemos conferir a fita complementar. Se por acaso perdermos uma base e observarmos que na sua fita complementar temos um T, saberemos que a base faltosa é uma Adenina.

O significado desse código é muito simples: proteínas, que são polímeros de aminoácidos. Cada três bases vizinhas em uma mesma fita significam um aminoácido. Por exemplo, as bases TCG significam o aminoácido Cisteína. Como podemos pegar qualquer organismo, isolar seu DNA e ler as bases que o compõe, conseguimos saber que proteínas ele é capaz de produzir. E isso tem um impacto tremendo.

Se você tivesse uma doença causada por bactérias, seu médico receitaria um antibiótico. Se fosse por fungos, um fungicida, por vermes, um vermicida. E quando a sua doença está no seu DNA ? Que remedio ele receitaria ? Como a vida é OpenSource e livre, podemos ler seu código e modificá-lo. Se o gene (trecho do DNA que confere uma característica ao organismo) da insulina de um indivíduo não funciona corretamente, ele será diabético. Ao invés de tomar injeções de insulina diariamente, por que não pegar um gene, um trecho de DNA normal para insulina e incorporar neste indivíduo para que ele naturalmente produza insulina ?

É nesse caminho que a Biologia está trilhando. Doenças antes incuráveis como diabetes, Mal de Parkinson ou a predisposição a certos tipos de câncer podem ser reparados em definitivo. Basta corrigir o trecho do DNA que provoca estas doenças e o processo para isso é bastante inusitado.

Os vírus são o terror da plataforma Windows e um dos agentes mais eficazes da migração da plataforma Windows para Linux, que é livre de vírus. Os vírus que afetam seres vivos basicamente o fazem alterando o DNA do hospedeiro. As aftas que de vez em quando podem surgir em nossa boca é em decorrência de um tipo de vírus. Ele ao infectar nossas células introduz em nosso DNA humano o DNA viral que fica latente, aguardando um momento propício. Assim que nossa imunidade baixa, esse DNA viral é lido pelas nossas células como um DNA qualquer e elas mesmo produzem as aftas dentro da boca como se fosse uma ação natural qualquer do nosso organismo.

O que estão tentando hoje é utilizar todo este know-how do vírus de invadir e modificar o DNA em nosso favor. Vírus como o HIV ou o da Herpes são excelentes modificadores de DNA. A idéia é pegar estes vírus, remover por manipulações no DNA viral os genes responsáveis pelas doenças que estes vírus causam e substituir por versões corrigidas do DNA humano. Ou seja, este HIV modificado ao invés de provocar a AIDS irá provocar a correção da produção de insulina em um diabético.

Se a vida é regida por uma licença, esta é BSD*. Qualquer um pode patentear e nos vender nosso próprio DNA. Ou pior, como o conhecimento sobre a manipulação de vírus está crescendo, não é impossível hoje que doenças virais sejam criadas e disseminadas propositalmente para que depois o antídoto seja vendido.

Nitidamente o futuro da humanidade é OpenSource. Desde a tecnologia acessível a todos de uma forma responsável, colaborativa e de qualidade até a cura de doenças antes incuráveis. Mas para que o caminho certo seja seguido, a sociedade tem que exercer um papel de vigilância constante. Da mesma forma que temos lutar contra a patente de softwares que castra o crescimento do Software Livre, temos que lutar para que os avanços da terapia genética sejam considerados de tamanha importância que também não possam ser patentiados ou utilizados para fins desumanos.

Ubuntu versus Burocracia

Thursday, November 17th, 2005

Aloha,

Algumas pessoas têm relatado atrasos ou problemas fiscais com os CDs gratuitos do Ubuntu enviados do exterior. Como falei em uma postagem minha, o Brasil é o terceiro solicitador desses CDs e a Receita Federal ou entidade responsável deve estar estranhando esse volume de CDs.

Há um documento genérico da Canonical (em inglês) que pode ser enviado as autoridades que bloquearem a remessa de CDs. O documento explica o que são esses CDs, que eles são gratuitos e etc. Mas eu pensei em uma solução definitiva para qualquer bloqueio ou demora de remessas de CDs.

O raciocínio é simples: provavelmente é mais barato prensar estes CDs no Brasil e distribuí-los aqui mesmo do que prensá-los no exterior e despachá-los como a Canonical faz. Como CDs mais baratos significariam mais CDs disponíveis, seria interessante para todos, principalmente para a divulgação do Ubuntu no Brasil. Mais barato, mais rápido. Quer coisa melhor !? :P

Já enviei dois tímidos e-mails a duas empresas (VIDEOLAR.com.br e Microservice.com.br) que são as duas que conheço por atuarem na área de CDs prensados. Também em um inglês fraco, tentei passar a idéia para o pessoal do ShipIt do Ubuntu para ver o que acham da idéia. O que eu preciso é que mais pessoas ajudem a arquitetar melhor a idéia e a mandarem por sua conta e-mails para as empresas mostrando que distribuir CDs do Ubuntu no Brasil pode ser um contrato bastante rentável para eles.

Seria bom que trocássemos informações sobre esse assunto para que unifiquemos as ações sobre esse assunto. Acho que de início precisamos levantar quais empresas no Brasil prensam CDs, depois enviar e-mails para elas, entrar em contato, ver quais que se interessam. Depois discutir com a Canonical,. convencê-los da idéia e pedir para eles quanto custa cada CD enviado para o Brasil. Depois ver entre as empresas interessadas, qual que consegue ter a melhor oferta e apresentar todos os orçamentos para a Canonical. E então eles decidirão qual empresa irão cotnratar no Brasil.

E aí, o que acham ? Me ajudem nessa empreitada !

Abraços,

KurtKraut

Laptop de 100 dólares… para quê ?

Wednesday, November 16th, 2005

Esta é a concepção artística para o laptop de 100 dólares que de acordo com o projeto da ONG OLPC (One Laptop Per Child) seria distribuído no Brasil a cada criança da rede pública básica (Ensino Fundamental e Médio).

O principal militante da idéia é Nicholas Negroponte, ligado ao MIT. Segundo ele, a escolha do Brasil seria pelo seu elevado contingente excluído digitalmente, constatação que duvido que qualquer ubunteiro discorde.

O equipamento possui esse design bem peculiar como forma de evitar furtos e revenda. Ele não seria comercializado, apenas quem recebesse através do governo poderia ter o equipamento. De acordo com Negroponte, “Seria como pegar algo de uma igreja: todos saberiam a origem daquele objeto”.

Tenho que confessar que tecnologicamente o projeto é bastante interessante. Primeiro porque ele é integralmente em software livre e prefere o código aberto. Tanto que a Apple ofereceu seu sistema operacional gratuitamente para o laptop e a oferta foi rejeitada por justamente não ser código aberto. O processador seria um AMD 500mHz, memória flash de 1GB, porta USB e Wi-Fi. Só fiquei saber que escola pública manteria uma rede Wi-fi com seu custo de manutenção e tráfego.

Haveria uma manivela no eixo principal do laptop que com uma girada de um minuto, se garante mais 10 minutos de uso, dando uma autonomia impecável ao equipamento. Também ele conta com bateria e pode ser ligado diretamente na corrente elétrica. O cabo AC do laptop pode ser utilizado como alça em seu transporte. Como seu usuário final em maioria são crianças, ele é todo revestido por uma densa borracha e se preocupa em ter materiais de altíssima resistência.

Para que o valor de 100 dólares por unidade seja atingido, no mínimo a produção teria que ser em torno de 4 e 5 milhões de unidades. Espera-se que, o Brasil aderindo integralmente ao projeto, até 2010 quarenta milhões de alunos utilizem o equipamento.

Tudo isso é lindo, comovente, mas serve para o quê ? Para que colocar no colo de cada criança um laptop se muitos de seus professores sequer redigiram um texto no Word ? Não duvido que crianças por conta própria em poucos meses extraiam tudo que esse equipamento pode dar, mas o professor acho difícil.

Não faz sentido em um país carente de dinheiro em caixa, onde existe fome, você gastar cerca de R$300,00 para que cada criança tenha uma máquina de escrever cara. Só usar editor de texto é desperdício. Um equipamento desse precisa ser utilizado ao extremo. Que tal discutirmos na aula de hoje geopolítica usando o Google Maps. Que tal entrarmos em uma célula e vê-la por dentro ?

Agora para isso, o professor precisa dominar o computador, não apenas utilizá-lo. Existe pouco material didático bom e em português disponível na internet e mesmo que existisse, muitas vezes ele não atende a necessidade que o professor tem na sala de aula. Cada escola tem um programa diferente, aulas diferentes, que de um mesmo assunto como o DNA por exemplo, abordam com uma menor ou maior profundidade. Então o principal responsável pelo material didático é o professor e para justificar um laptop para cada criança, esse professor teria que estar habilitado a usar desde ferramentas 3D até programar em alguma linguagem para atender a sua necessidade.

E isso é um tanto quanto complicado. Não basta ensinar um professor usar um computador, a criar objetos e ambientes 3D e a programar em python. Essas ferramentas são vazias em si quando se pensa na sala de aula. Tem que haver todo um trabalho pedagógico e bem determinado sobre como utilizar essas ferramentas. Usando o exemplo que eu dei, não basta ensinar o professor a programar em python, tem que ensinar e dar a idéia a ele de fazer um programa em python que transforme trechos de DNA em proteínas na telinha do aluno. Um treinamento desse não leva meses, leva anos. Principalmente considerando que um professor para sua subsistência, dá aula em vários colégios em todos os turnos, sobrando quase que nenhum tempo para seu aperfeiçoamento.

Então tenho uma contra proposta para o governo federal que tem estudado o projeto de Negroponte. Uma proposta irrecusável pois ela é melhor, mais barata e se tem maior certeza de seu resultado. Eu proponho trocar os 100 dólares gastos para cada criança em 100 dólares gastos para cada professor. Oferecendo para eles reciclagem de conteúdo, técnicas didáticas, que ofereçam a eles o treinamento para tratar de assuntos como drogas, orientação sexual e orientação profissional. É um investimento exponencialmente mais barato e com absoluta certeza da eficácia, ao invés do risco do subaproveitamento do laptop.

Será que a idéia de um laptop de 300 reais para cada criança da rede pública no Brasil só soa absurdo para mim ?

Abraços,

KurtKraut

Brasil é terceiro solicitador de CDs

Monday, November 14th, 2005

O Ubuntu pode ser solicitado gratuitamente através do site http://shipit.ubuntu.com - isso mesmo, você pede pela internet e chega na porta da sua casa sem qualquer custo.

Como o preço para mandar 1 CD é quase igual ao de mandar 50 CDs, eles pedem para que você peça uma quantidade maior do que precisa e divulgue entre seus colegas o Ubuntu. Prática essa que parece cair como uma luva para o jeitinho brasileiro.

O site http://fridge.ubuntu.com em um de seus blocos aleatóris à esquerda revela que o Brasil é o terceiro maior solicitante de CDs do Ubuntu. Eis a lista completa:

1. Estados Unidos
2. Espanha
3. Brasil
4. Chile
5. Alemanhã
6.

Descendo o pingüim da geladeira para o CPU

Sunday, November 13th, 2005

Aloha,

Pensei que fosse coisa de gringo, mas aqui no Brasil já vi mais de um pingüim decorativo enfeitando uma geladeira em cozinhas. O gozado é que só passei a ver depois da febre ‘Ana Maria Braga’ de simplesmente pendurar, grudar, fixar todos os tipos de pinduricalhos nas geladeiras. Vi uma, certa vez, que pensei que ao abrir a porta, de tanto ímã que tinha, dava para aproveitar a cinética da porta e fazer um gerador de energia elétrica…

Traumas de Física à parte, hoje no Brasil é crescente a saída do pingüim da geladeira para o PC. É festejado o uso cotidiano do Linux como uma saída econômica e tecnológica. Mas vamos com calma Juvenal, não é bem assim que a banda toca.

De fato o Ubuntu é promissor nessa área. Não faz sentido você trocar seu sistema operacional por um que te dê mais trabalho. Afinal, as pessoas querem usar o computador como ferramenta e não como finalidade. Se uma ferramenta dá mais trabalho, exige maior tempo de estudo para utilizá-la bem, não faz sentido adotá-la, por mais que ela seja livre, gratuita e de código aberto. O Ubuntu é uma boa ferramenta que visa dar menos trabalho ao seu usuário.

Mas isso é um caminho a ser trilhado, não um objetivo atingido. Por mais fácil que seja utilizar o Ubuntu, uma hora mais cedo ou mais tarde o usuário irá se deparar com uma telinha de terminal pedindo comandos e aí o mundo de maravilhas se desfaz. A diferença gritante é que, em um ambiente gráfico, por mais que não se saiba o que fazer, o usuário pode clicar aleatoriamente em uma das opções e pagar para ver no que dá. Por tentativa e erro, acaba-se chegando no resultado desejado. Agora em uma tela de terminal, onde você tem que digitar o comando, não há espaço para chute: você tem que saber exatamente o que está fazendo ou terá nenhum resultado.

Estou utilizando Ubuntu há algumas semanas e nesse curto período de tempo já tive que entrar na sala escura do terminal e ter que me virar com ele. Para mim, há dificuldade nenhuma, pois já sou calejado desde o MS-DOS. Agora para o usuário normal, isso é um bocado complicado.

Se você perguntar para um usuário de computador qual é o dispositivo que ele controla o computador a tendência dele (suponho eu) é te responder dizendo ‘mouse’. O mouse controla, manipula as imagens na tela e o teclado fica com a função acessória de por palavras na tela, a serem manipuladas inclusive pelo mouse. Portanto, esse vínculo com o terminal, esse controle da máquina pelo teclado está longe de ser intuitivo.

Mas para dar um refresco para o pingüim, nem tudo está perdido. Já se evoluiu muito e a meta do Ubuntu de publicar uma nova versão a cada 6 meses dá a sensação de que, por mais grave que seja seu problema, uma solução será dada a ele no máximo em 6 meses. Velocidade de desenvolvimento que nem os sistemas operacionais pagos conseguem. Minha primeira tentativa com o Linux foi em 1999 com o Red Hat. Infrutífera por sinal, pois ou as coisas funcionavam por elas mesmas ou não conseguia usá-las. Hoje, a documentação é tão ampla, o suporte é tão disseminado, que basta ser alfabetizado para conseguir sanar eventuais problemas com seu Ubuntu.

A tradução do Ubuntu para português não é uma das melhores, mas é mais do que suficiente para seu uso. Nas partes faltantes, o inglês furreca da escola serve muito bem. E na pior das hipóteses, quem poderá te defender ? Nós, do Ubuntu Brasil. Faz parte do nosso pensamento traduzir para o português do Brasil o maior conteúdo possível sobre o Ubuntu, para que ele seja mais acessível a todos.

De resto, falar do Ubuntu é como falar o quão maravilhoso é um sorvete de chocolate: você só entende do que se fala se experimentar por conta própria. Outras postagens desse planeta ensinam como instalar o Ubuntu ou ainda utilizar o LiveCD, um CD com o qual você tem a oportunidade de utilizar o Ubuntu sem instalar no seu computador. Gostaria de frisar que, ao utilizar o LiveCD, lembre-se que um CD-ROM é extremamente mais lento do que um disco rígido, portanto, não ache que no Ubuntu o mundo corre em slow-motion e sim é seu leitor de CD que não aprendeu a girar rápido o suficiente ainda ;P

Abraços,

KurtKraut